Dicas Excell

14jul08

Texto retirado da Uol Tecnologia -16/06/2008 – 07h00

Dez dicas de Excel; saiba como escrever números por extenso e importar dados da Web

O UOL Tecnologia selecionou dez dúvidas de internautas sobre o Excel. A sua dúvida é diferente? Mande para nós.

Como converter números em texto por extenso?
O primeiro passo é criar uma macro com a função para fazer a conversão. Então é só aplicar a função e ter os números convertidos. Veja o passo a passo.

Como retirar zeros a esquerda de células?
Para acrescentar ou remover números em células é só formatar a célula. Clique com o botão direito do mouse sobre a célula e escolha a opção Formatar Células (Format Cells) ou vá no menu Formatar > Células (Format > Cells) ou ainda pressione Ctrl 1. Então, escolha a opção Texto em Categoria (Text em Category) para que os zeros à esquerda apareçam na célula. Outro modo é ir em Personalizado (Custom) em Categoria e criar um modelo, por exemplo: 0000 para inserir números que tenham 3 zeros à esquerda. Para tirar os zeros é só diminuir o número de zeros no modelo ou ir em Números (Number) na janela de Categoria.

Como fixar colunas e linhas na planilha?
O Excel congela colunas e linhas na parte superior e esquerda da planilha, para que você role a tela e aquelas células continuem aparecendo. Para isso, marque uma célula à direita e abaixo da linha e coluna que quer fixar e, então, vá em Janela > congelar painéis (Window > Freeze Panes). Para voltar atrás, vá em Janela > Desbloquear painéis (Window > Unfreeze Panes).

Como ocultar colunas e linhas?
Para ocultar colunas e linhas para destacar outras informações você pode selecionar a uma célula da linha ou coluna, ir no menu em Formatar > Linha ou Coluna > Esconder (Format > Row ou Column > Hide). Para mostrar colunas e linhas é só repetir o caminho e escolher unhide ou mostrar no menu.

Como bloquear alterações de dados em planilhas e células?
Vá em Ferramentas > Proteção (Tools > Protection) e escolha uma das opções: Proteja planilha (Protect Sheet), Permitir usuários para fazer alterações (Allow Users to Edit Ranges), Proteger arquivo (Protect Workbook) e Proteger Arquivos Compartilhados (Protect Shared Workbook). É possível colocar senhas e ainda marcar ações que os usuários podem ter como inserir colunas e linhas, formatar células ou apagar informações.

Como inserir quebras de linhas dentro de células?
Já tentou inserir uma quebra de linha dentro de uma célula? É só apertar Alt Enter.

Como calcular juros?
Você pode calcular juros da poupança, por exemplo, onde um valor é adicionado mensalmente a um montante inicial ou calcular o valor de uma prestação partindo do valor inicial e dos juros por mês ou ano. O importante é sempre usar dados com a mesma referência. Meses com juros por mês e anos para juros por ano.

No caso de acrescentar um valor para obter o resultado final é possível usar a função: =FV(taxa de juros em porcentagem;número de meses;depósito mensal;montante inicial) [se o seu Excel for em inglês] ou =VF(taxa de juros em porcentagem;número de meses;depósito mensal;montante inicial). É necessário marcar o montante inicial e o depósito mensal como valores negativos para indicar que são acréscimos de dinheiro e não retiradas.

Para saber a prestação de um empréstimo, por exemplo, a fórmula é =-PMT(taxa de juros em porcentagem; número de meses; total do empréstimo) [se o seu Excel for em inglês] ou =-PGTO(taxa de juros em porcentagem; número de meses; total do empréstimo). Para obter o valor total pago com juros use a função =célula valor mensal*célula número de meses.

Como arredondar valores?
Para arredondar valores como, por exemplo, 3,14159265 para 3,14 é só ir no menu Formatar > Células (Format > Cells) ou pressionar o botão direito do mouse sobre a célula e escolher a opção Formatar Células (Format Cells) ou ainda pressione Ctrl 1, e escolher o número de casas decimais que devem aparecer em Números na janela Categoria (Number em Category) e, então, colocar o número em casas decimais (decimal places).

Como passar dados do Excel para o Word?
Selecione a área com os dados pressionando Shift ou segurando o botão esquerdo do mouse e então clique em Editar > Copiar (Edit > Copy) ou pressione Ctrl C. No Word, vá em Editar > Colar especial (Edit > Paste Special). Escolha, então, a opção Objeto de planilha Microsoft Office Excel (Microsoft Office Excel Worksheet Object) para ter uma tabela editável de Excel; Texto Formatado (Formatted Text) RTF para ter uma tabela do próprio Word; Texto não formatado (Unformatted Text) para que os dados apareçam sem tabela e Imagem (Picture) para a tabela ser copiada como uma imagem estática.

Como vincular células a índices financeiros na Web?
É possível adicionar dados da bolsa de valores, por exemplo, e atualizá-los automaticamente em uma planilha, desde que você tenha conexão com a Internet. Para isso, basta adicionar uma ligação externa à célula. Veja o passo a passo.


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Recebi um texto do portal Universia por e-mail que explica de uma forma simples detalhada como elaborar a Declaração do Imposto de Renda:

“Aprenda a domar o leão”

Por Larissa Leiros Baroni – Portal Universia

Está aberto o prazo para a entrega do IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física) de 2008, ano base 2007. Todos aqueles que obtiveram ganhos superiores a R$ 15.764,28 durante o ano estão intimados a declarar sua renda para a Receita Federal até o próximo dia 30 de abril. Mais de 24,5 milhões de pessoas estão convocadas a fazer a Declaração de Ajuste Anual, apontar o imposto recolhido, a verba arrecadada e, ainda, os gastos relacionados à Saúde e Educação.

Não é difícil que você, jovem, também esteja nesta massa de declarantes, já que há tempos a declaração do IR deixou de ser exclusividade das classes altas da população. Hoje, um estagiário ou trainee com salário médio de até R$ 1.313,69, também deve prestar contas. A declaração, porém, não é nenhum mistério, como muitos imaginam. Basta ficar atento aos prazos, conhecer os processos certos para não ter problemas depois.

Segundo o coordenador do curso de Ciências Contábeis da PUC-Minas (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais), Hildegardo Martins Lima, não importa se o declarante trabalhou apenas alguns meses ou o ano inteiro, já que é a soma do valor bruto dos rendimentos que vai apontar se ele deve ou não fazer a declaração. “Coloque na ponta do lápis tudo o que recebeu. Não o valor estipulado na carteira de trabalho, mas, sim, os reais rendimentos recebidos, sem contar descontos e bônus”, orienta Lima.

Os contribuintes que receberam rendimentos isentos (juros de poupança, FGTS), não tributáveis (seguro de veículo roubado) e tributados exclusivamente na fonte (ganhos com aplicação financeira, 13º salário, prêmios de loterias) acima de R$ 40 mil ou possuem bens acima de R$ 80 mil também não podem escapar desse compromisso. A declaração, no entanto, não precisa ser feita apenas em situações de obrigatoriedade. Ainda que não seja uma exigência da Receita Federal, há casos em que os especialistas recomendam o procedimento. É o que acontece com aqueles que ganham menos do que R$ 15.764,28 ao ano, e, mesmo sim, recebem descontos do IR em seu salário ou bolsa-auxílio, procedimento adotado por algumas empresas. “É fundamental analisar seus holerites antes de optar pela declaração”, alerta Lima.

Para estes contribuintes, a boa notícia é que eles poderão até descobrir que tem mais dinheiro para restituir do que a pagar para o governo. Este também é o caso de quem obteve rendimentos que, caso tivessem seqüência atingiriam a cota anual, mas foram interrompidos em alguns meses. Imagine que você passou seis meses numa empresa com o salário de R$ 1.400,00. Durante este período, o IR foi descontado direto na fonte. Isso significa que, ainda que você não tenha atingido a cota anual mínima para a declaração (R$15.764,28), caso opte por fazê-la, conseguirá restituir o que foi descontado. “Nesta situação, é vantajoso optar pela prestação de contas, já que você poderá resgatar parte do dinheiro abatido ao longo do ano”, alerta o consultor da área de Imposto Renda da IOB, consultoria especializada nas áreas jurídica e tributária, David Soares.

Caminho das pedras

Depois de identificar qual a sua situação diante da Receita Federal, o passo é escolher qual é o modelo de prestação de contas que melhor se encaixa a seu perfil. De um lado a simplificada, em que as deduções são substituídas por um desconto padrão de 20% sobre os rendimentos tributáveis, limitado a R$ 11.699,72. Do outro, a completa, onde podem ser utilizadas todas as deduções legais, desde que comprovadas.

Em ambas as situações, o contribuinte deverá relacionar todos os seus rendimentos e bens, além dos dados pessoais, e apontar as chamadas deduções. Mas atenção: não são todos os seus gastos que podem ser deduzidos. Devem ser descritas apenas as despesas com educação (limite anual de R$ 2.480,66 por dependente ou para o próprio contribuinte), contribuições à previdência oficial (social) ou privada (limitada a 12% do total dos rendimentos tributáveis), dependentes (dentro do limite de R$ 1.584,60 por pessoa), saúde e pensão alimentícia. Cursos extracurriculares, tais como de idiomas, informática ou extensão, não são considerados.

Para fazer a prestação de contas de modo seguro, os especialistas recomendam que se tenha em mãos os comprovantes de rendimentos que foram entregues pelas empresas onde trabalham e pelos bancos nos quais possuem contas. “As empresas e os bancos são obrigadas a emitir esse documento a todos os seus funcionários e clientes. Caso contrário, recebem multa”, alerta o Soares. “Qualquer dúvida procure o gerente de conta e a área de Recursos Humanos da empresa onde trabalha”, completa o consultor.

A dúvida, agora, é saber por qual caminho seguir: simplificado ou completo? Na opinião de Soares, se as suas deduções forem maiores do que 20% do rendimento, a melhor solução é o modelo completo. “Quanto maior o valor das deduções apontadas, maiores as chances de obter uma restituição”, alerta. Para saber em qual das duas modalidades a sua situação se encaixa, basta somar todos os seus gastos e aplicar a famosa regra de três:

REGRA DE TRÊS

Por exemplo: O seu rendimento tributável é de R$ 50.000 e as suas deduções de R$10.000

50.000 ——- 100%
10.000——- Y

Y= 100 x 10.000
50.000

Y= 20%
Resposta: Nesse caso, o ideal seria que o contribuinte optasse pelo modo simplificado. Caso Y fosse superior a 20%, o modelo adotado deveria ser o completo.

Em caso de dúvidas, o professor Lima orienta que o indivíduo opte pela completa. “Na hora que estiver gerando as informações, o próprio programa da Receita Federal, antes de finalizar a operação, vai te apresentar a opção de converter o modelo para o simplificado, caso o seu perfil se encaixe nele”, alerta.

Com todas as informações descritas na Declaração de Ajuste Anual, chega a hora mais importante do procedimento: saber se você tem dinheiro para ser restituído ou se ainda tem algo a pagar para o governo. “O próprio programa calcula o valor do imposto a ser recolhido”, descreve Lima. Se a taxa arrecadada for maior do que a estipulada na declaração, você terá direito de receber a diferença. Caso contrário, é você quem terá de saldar as pendências. “Esse valor a pagar pode ser dividido em até oito cotas, desde que cada uma delas não seja inferior a R$ 50. Se o imposto for inferior a R$ 100 deverá ser recolhido em cota única”, alerta o auditor da Receita Fiscal de São Paulo, Luiz Monteiro. As cotas são enviadas diretamente ao contribuinte em forma de boleto bancário.

Para finalizar o processo, o coordenador da PUC-Minas ressalta a importância de rever todos os dados apontados, já que qualquer deslize pode levar o contribuinte para a malha fina. Verifique se a quantia de bens alcançados em 2007 não ultrapassa a renda acumulada. “Como pode ter comprado um bem no valor de R$ 50 mil sendo que os rendimentos não chegam a R$ 40 mil”, exemplifica Lima. “Tropeços como esses acontecem e apesar de inúmeras justificativas podem resultar no confisco de bens. Por isso, revisar os dados é sempre bom e nunca demais”, enfatiza.

Se você tem até 21 anos ou ainda é universitário pode optar por, no lugar de fazer a declaração, colocar o número do seu CPF (Cadastro de Pessoa Física) na declaração do seu pai ou da sua mãe e ficar como dependente deles. “Essa é uma alternativa, mas é preciso verificar com qual das opções você ganha mais, calcular seus gastos, os de seu pai e verificar quem será mais beneficiado na hora da restituição”, alerta Soares.

E quem não prestar contas?

A Receita Federal não dá mole. O contribuinte que deixar de declarar por dois anos seguidos tem a inscrição do CPF suspensa. De acordo com Monteiro, anualmente, cerca de seis milhões de pessoas são penalizadas. “Essa medida pode impedir o indivíduo de abrir conta em banco, pedir crediário, tirar passaporte, participar de concurso público, receber benefícios da Previdência”, afirma o auditor da Receita Fiscal de São Paulo, Luiz Monteiro. É fácil, porém, solucionar a pendência. “Os contribuintes devem entregar as declarações de IR atrasadas para regularizar a situação”, orienta o auditor.

Além de impedimentos legais, a desorganização também pode afetar o seu bolso. Quem não fizer a Declaração de Ajuste Anual no prazo estipulado pelo governo, pagará uma multa mínima de R$ 165,74 ou de 1% ao mês sobre o IR devido. “O contribuinte que enviar a declaração com atraso receberá no ato a notificação da multa”, diz Monteiro. “A dor de cabeça para regularizar uma situação de pendência é muito maior do fazer a declaração”, enfatiza o auditor.

Isento, sim, mas com responsabilidades

Estar livre da Declaração de Ajuste Anual, não significa estar imune à prestação de contas ao governo. Nem mesmo os estudantes que não têm renda escapam dessa missão. Nesse caso, deve-se fazer a declaração como isento no segundo semestre de cada ano. Caso contrário, você também pode ter seu CPF suspenso. Para regularizar a situação, os isentos devem ir ao Banco do Brasil, Caixa Econômica e Correios, onde será cobrada uma taxa de R$ 5,50.

Confira, abaixo, um passo-a-passo sobre como fazer sua declaração:

PASSO-A-PASSO

1. Guarde seus recibos
Com os recibos é possível saber quanto você gastou com médico, escola e tudo que esteja relacionado à Saúde e Educação.

2. Não omita e nem invente informações
O governo tem um processo chamado de “malha fina”, que consiste em convocar algumas pessoas a comprovarem que realmente tiveram aqueles gastos. Além disso, existe a chamada “pré-malha fina”, uma análise que o sistema da Receita faz quando você envia a sua declaração, que compara os dados informados com os apontados pela sua empresa e seu banco. Lembre-se: sonegar impostos é crime e a pena pode ser detenção de seis meses a dois anos, além de multa de duas a cinco vezes maior do que o tributo ou, no caso de réu primário, multa de dez vezes o valor do tributo.

3. Guarde o Informe de Rendimento entregue pela sua empresa
Ela deve lhe dar esse papel – com os dados necessários para você preencher a declaração – até dia 28 de fevereiro de cada ano.

4. Separe os documentos
Para declarar o IR, a Receita Federal solicita uma série de informações. Elas vão desde documentos pessoais até comprovantes de recebimentos, pagamentos e aplicações financeiras.

5.Preencha os formulários atentamente
Esta é a parte mais trabalhosa do processo. A depender do tipo da declaração escolhida (simplificada ou completa), há muitos campos e informações solicitadas. O formulário pode ser encontrado em formato eletrônico ou em papel.

6. Envie a declaração com antecedência
Após preencher toda a declaração, é hora de gravar e enviar o documento para a Receita Federal. O documento pode ser enviado via Internet ou entregue em disquete. Quem optar pelo formulário de papel deve entregá-lo nas agências e lojas franqueadas dos Correios. Se optar pela Internet, não deixe para transmitir a declaração nos últimos dias ou nas últimas horas. O congestionamento da rede pode atrapalhar o envio.

7. Aguarde a restituição
A restituição do IRPF 2008 começa a ser liberado, em lotes, a partir de junho. A consulta pode ser feita no site da Receita Federal (http://www.receita.fazenda.gov.br). Quanto mais rápida a declaração for entregue, mais rápida a restituição será liberada.

8. Não jogue os comprovantes fora
Guarde todos os comprovantes usados na declaração por pelo menos cinco anos, pois pode haver a necessidade de comprovação.

9. Em caso de dúvidas, procure ajuda
Opte pelo suporte de um especialista para preencher sua declaração e validar suas observações e valores apontados. As chances de erros se tornam bem menores.

10. Conheça o Leão
A Receita Federal oferece um manual do contribuinte, onde são dispostas informações detalhadas, exemplos e instruções de preenchimento da declaração. O documento está disponível no site http://www.receita.fazenda.gov.br.

Portal Universia – Publicado em 05/03/2008

Ver texto original: “Aprenda a domar o Leão”


Como investir

10mar08

Segue um portal interessante principalmente para leigos do mundo financeiro e iniciantes:

http://www.comoinvestir.com.br

Trata-se de um portal educacional da ANBID dedicado à educação financeira e formação de investidores, que fornece em uma linguagem simplificada todos os conceitos, dicas e informações a respeito do mercado financeiro.

Aproveito para indicar uma matéria publicada no site esta semana (04/03/08):

Retirado do Texto “Como calcular a rentabilidade de um fundo de investimento” http://www.comoinvestir.com.br

“Como calcular a rentabilidade de um fundo de investimento”

A cota de um fundo reflete a soma do valor de mercado de todos os títulos que o gestor comprou para determinada carteira. O Administrador ou a empresa que presta serviço de controladoria para o fundo calcula o valor de mercado de cada um desses títulos diariamente. É a chamada marcação a mercado.

Esses cálculos são complexos e envolvem uma série de teorias de finanças que não são simples de explicar a um leigo. Grosso modo, deve-se considerar na marcação a mercado o “preço” que o mercado pagaria por um título, se ele fosse negociado neste dia. A soma do valor de mercado dos títulos da carteira do fundo menos as despesas forma o patrimônio líquido (PL). Dividindo-se o PL pelo número de cotas emitidas pelo fundo, chega-se ao valor diário da cota de cada fundo.

Para o investidor, a cota serve para calcular a fatia que ele tem de cada fundo. Além disto, serve para você saber se está tendo uma variação positiva ou negativa em sua aplicação, acompanhando o valor da cota ao longo do tempo. Exatamente por isso é bom saber quantas cotas você comprou e quanto você pagou por elas (valor da cota). Em toda aplicação o Administrador envia um extrato aos cotistas com esta informação.

Como acompanhar

Acompanhar a rentabilidade de um fundo não é uma tarefa muito difícil. Mensalmente o Administrador envia para todos os cotistas um extrato com esta informação. Outro caminho é ver nos jornais as tabelas com os valores das cotas dos fundos de investimento e os seus ganhos periódicos, para saber como vem se comportando a performance de um determinado fundo.

Alem disto, acompanhar a performance de seu fundo de investimento também é uma forma de saber se o gestor está tendo um bom desempenho. É bom que você não tenha dúvidas sobre a instituição gestora, nem sobre a qualificação dos profissionais que trabalham nela. Contudo, acompanhar regularmente a rentabilidade de seu fundo é uma atitude saudável e responsável. Afinal, é seu dinheiro que está em jogo.

Outra forma de acompanhar as performances dos fundos de investimento é o boletim estatístico da própria Anbid, publicado mensalmente no endereço http://www.anbid.com.br. Fique de olho também nas assembléias de cotistas, pois é nelas que o destino de seu dinheiro está sendo discutido.

Para conhecer os ganhos nominais de seus investimentos, você precisa ter dados precisos desde o primeiro dia de sua aplicação. Com estas informações em mãos, use as tabelas abaixo para fazer seus cálculos.


Qual é a rentabilidade nominal do meu investimento?
A = última cota do período
B = primeira cota do períodoCálculo: rentabilidade em % = (A / B – 1) x 100Exemplo:
Última cota do período (A): R$ 1,1234
Primeira cota do período (B): R$ 1,0000

Rentabilidade em % (A / B – 1) x 100 = (1,1234 / 1,0000 -1) x 100 = 12,34% no período
Quantas cotas eu tenho?

A = Valor da cota
B = Valor do investimento

Cálculo da quantidade de cotas: B/A

Exemplo:
Valor da cota (A): R$ 1,1234
Valor do investimento (B): R$ 1.123,40
Quantidade de cotas (B /A): (1.1234,40 / 1,1234) = 1.000 cotas

Fonte: Guia Valor de finanças pessoais ”

Ver Texto Original: Matéria publicada em 04/03/08 em www.comoinvestir.com.br


Entenda o Funcionamento de uma empresa

Retirado do texto “Entenda o funcionamento de uma empresa a partir do demonstrativo de resultados” http://www.infomoney.com.br
Conhecer a estrutura dos principais demonstrativos financeiros é um passo de suma importância para poder analisar uma empresa e, conseqüentemente, estar mais preparado na hora de investir no mercado de ações. É através dos demonstrativos que se pode analisar a situação passada da empresa e, com base nisso e em outras variáveis, buscar projetar o futuro.

Para quem não está familiarizado com estes termos, vale lembrar que os principais demonstrativos financeiros de uma empresa são o balanço patrimonial, o demonstrativo de resultados – descrito abaixo – e o demonstrativo de origens e aplicação de recursos.

As principais contas
O demonstrativo de resultados detalha e quantifica o que a empresa recebe (receitas), o quanto gasta (despesas) e o resultado líquido dessas operações (lucro ou prejuízo) em um determinado intervalo de tempo.

Com base na análise do lucro ou prejuízo da empresa, o empresário pode estimar o quanto pode retirar da companhia, ou, em caso de prejuízo, o quanto precisa investir para equilibrar sua situação financeira. Pode-se dizer que o demonstrativo de resultados é organizado de acordo com o processo de produção da empresa, como ilustrado abaixo:

+ Receitas brutas da empresa: o que a empresa recebe pelos produtos que vende.

– Custo de produtos vendidos: despesas diretamente ligadas à produção (matérias-primas, custo de energia, etc.)

– Despesas gerais e administrativas: despesas indiretamente ligadas à produção (gastos com funcionários, despesas administrativas e de vendas).

– Despesas financeiras líquidas: juros relacionados à dívida que a empresa levanta para financiar suas atividades

= Resultado Operacional: lucro/perda gerado pelas atividades (ou operações) da empresa

+ Resultado não-operacional: soma das receitas e despesas não-diretamente vinculadas às atividades da empresa, tais como ganhos ou perdas na compra de ativos ou venda de ativos.

= Lucro ou prejuízo antes de impostos

– Impostos e contribuições pagas: equivale a deduções de imposto de renda, etc.

= Lucro Líquido: é igual aos ganhos ou perdas líquidas da empresa no exercício, é a parcela do lucro disponível aos acionistas. Dependendo de sua política da companhia, ela pode reinvestir os lucros na Empresa ou distribuir parte deles na forma de dividendos aos acionistas.

Analisando o fluxo
Ao contrário do balanço, que representa uma “fotografia” das atividades da empresa em uma data específica, o demonstrativo de resultados representa um “filme” das suas atividades durante o período a que se refere.

Ou seja, o demonstrativo de resultados do primeiro trimestre traz o resultado acumulado no trimestre (a conta vendas, por exemplo, traz todas as vendas executadas durante todo o trimestre, e não somente no último dia do trimestre).
Ver Texto Original: “Entenda o Funcionamento de uma empresa analisando o demonstrativo de resultados” Notícia do dia 22/09/06 InfoMoney www.infomoney.com.br


Adaptado do texto “Iniciando seus investimentos” http://www.clubedopairico.com.br

Encontrar novas fontes de Renda
Como foi visto na primeira parte, devemos sempre Ganhar MAIS do que Gastamos – abandonando a idéia de que devemos “gastar menos do que ganhamos” … – afinal de contas, com esta idéia, estaremos mandando uma mensagem para o cérebro: Tente encontrar formas de melhorar os rendimentos que obtenho nas atuais fontes de renda, bem como tente encontrar novas possibilidades.

De bate pronto: Qual a forma de se ganhar dinheiro ?
Com certeza muitos dirão: Arranjando um emprego. E não deixarão de estar certos.

Um emprego é a escolha da grande maioria da população mundial. Afinal de contas esta escolha traz como consequência “todas as garantias” que o emprego pode proporcionar. ( “salário garantido no final do mês”, “uma aposentadoria decente para quando for mais velho” … )

Mas como bem sabemos esta escolha também acaba trazendo outras nem tão boas … ( a falta de liberdade, a possibilidade de nos aprisionar na “corrida dos ratos” apresentada por RK, um “limite” nos rendimentos no final do mês … ).

Mas tenha certeza, um emprego é somente uma das formas. Além dele, podemos:

– Conseguir um segundo emprego, que venha a ser realizado em horários diferentes do primeiro;

– A abertura de um pequeno negócio, que pode ser administrado “a distância”;

– A aquisição de ATIVOS que irão te gerar um fluxo extra nos rendimentos;

– A transformação de “Hobbies” em fonte de renda ( ou vendendo a produção, ou dando aulas/palestras sobre o assunto … );

Existem diversas possibilidades, o problema é que a maioria está sempre esperando que estas oportunidades caiam do céu, ou então nem cogitam na possibilidade, tendo em vista que “o retorno seria muito baixo” …
Saiba que este “retorno muito baixo” atualmente não faz parte do seu orçamento ! A partir do momento que ele entrar no seu Fluxo de Caixa, este “retorno muito baixo” será um dinheiro a mais, não importa de quanto, ele será grana extra, que poderá ser usado em n possibilidades.

Aprenda isso: Grana extra é grana extra e pronto !
Será dinheiro novo entrando no seu bolso, dinheiro este que antes não existia. Não importando o quanto seja.

Se você não estiver disposto a Ganhar mais do que Gasta e Encontrar novas Fontes de Renda dificilmente você estará preparado para iniciar seus investimentos.

Continua…
Ver texto original: clique aqui


Retirado do texto “Flats: o que analisar na hora da comprahttp://www.imovelweb.com.br

Flats: o que analisar na hora da compra
Investidores que já possuem flats na Capital paulista garantem que há três pontos fundamentais a serem analisados: a localização, a construtora e a incorporadora.

A localização poderá ser um fator decisivo para atrair hóspedes e manter o flat com boa procura, mesmo que novos empreendimentos sejam lançados na região. A construtora vai garantir a qualidade do imóvel e a incorporadora responderá pelo índice de ocupação do flat, a satisfação dos hóspedes e, em conseqüência, o retorno do investidor.

Por conta dessa importância no resultado final, é imprescindível que o candidato a investidor escolha bem a empresa que irá gerenciar o flat. Geralmente, a construtora responsável pelo imóvel fecha acordo com uma gerenciadora especializada logo no início do projeto, permitindo que o investidor verifique, antes de fechar o negócio, se a administradora tem experiência suficiente para garantir um bom serviço.

Se a construtora não mantém acordo com nenhuma administradora, é bom ficar atento. Quando não existe uma operação casada logo de início, será mais difícil conseguir uma boa empresa para gerenciar o negócio depois que o imóvel estiver pronto. Além disso, sem a administradora presente na fase de construção, o flat pode acabar não seguindo o padrão exigido pelo mercado, o que dificultará a aceitação do público-alvo.

A infra-estrutura básica dos flats, em geral, inclui recepção, segurança, administração geral, telefonia, manutenção de emergência, jardinagem, recados, mensageiros, troca de roupas de cama e banho e arrumação dos apartamentos. Por serem itens obrigatórios, essas despesas são rateadas entre os proprietários.

Antes de fechar um negócio, verifique qual será a despesa mensal aproximada desse rateio, mais impostos e taxas de administração, para descobrir quanto será necessário cobrar para que o flat garanta um retorno aceitável.

Segundo especialistas da área, o valor do aluguel equivale, em média, de 0,80% a 1,20% do valor do imóvel. Por isso, antes de investir, faça suas contas para verificar se realmente é possível atingir tais números. Se a resposta for não, o negócio deve ser reavaliado.